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Mostrando postagens de Fevereiro, 2012

pra ferver o candeeiro.

Um dia qualquer na Ilha.

Recadinho de criança.

Sinuca de bico, amigo.

Túnel do tempo.

Daqui eu vejo o céu.

A espera.

O mar inventa a minha alma.

Céu partido ao meio.

Falando baixinho.

Do tamanho do céu.

Araucária na estrada.

Saia.

Trilhos da cidade

Santuário não se move.

Minha Brasília Noturna.

Despedida.

Bate coração, bate calado.