o Mercador de Veneza.


É que isso de ser ar, de ouvir todos os sons, ou o som de todas as coisas... isso de ser capela é pra quem quer fazer luar em toda estrada, ou sorrir de  madrugada... Ele não. Ele não era de brilho, não era de nada... ficava junto, mas afastado, sendo aquele de se contar cada  percalço, cada palavra... ele escutava. Ausente.


Comentários

  1. Que lindo, filha, poesia e foto. Os seres da madrugada merecem um olhar especial como o seu para traduzir toda a poesia que existe nessa atividade que a maioria não enxerga que existe. É necessário o olhar do poeta, que vasculha e coloca sentido e beleza nas coisas mais banais e simples desse mundão "véio" sem porteiras...beijos, mamãe

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