Poética da saudade III.


ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, bom mesmo é quando o seu olhar acalma o meu olhar... e o meu dia! e no andar da vida... no caminhar das horas... passa um tempo e já começa outro tempo... já começa outra história. que já se esquece e se some... outra história, outra estrada, outra espera... as vezes até outro nome! coisa de quem anda junto...  vantagem de quem já se foi, já... sozinho... já... se foi já, poeira, poema, besteira... tudo um monte de sombra, de sobra e de susto. tudo umas vertigens como tema... uns teoremas... umas navalhas. tudo sem escrúpulo... tudo sem direito. vendado, falido... por deixar de lado... falando que é assim que se acaba um poema... matando a obra, sentando a lenha!! nunca vi... poeta que se sangra em desespero... que não pari... nunca vi nem ouvi... nada... e não foi desta vez que nasceu nossa aurora. não foi.