Lapela.

Aqui jaz um Jardim. Aqui jaz pra nunca mais. Um jardim de compor, de nascer e suar... autopeça, desvairado e de esquina! É que nele acumulei certas histórias... e muita folha seca. Tudo virou tragédia, desajuste de umas tralhas... coisas velhas, encalhadas. Feito imagem, sabe? Feito vazio e saudade... Gosto mesmo é de pitada na boca que enrosca, e que gosta, e que encosta, desenrosca... sabor de uma vida inteira. Gosto de coisa que brota... como Orquídeas... formosas! Eram lindas as flores daquele mês... daquele mês que se abriu e era abril.

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