Vão de almas.

Num sei quem foi que me ensinou a ir e vir por essa estrada... da memória, da saudade... vestígio em paisagem. Quase certo foi minha mãe... era ela quem costumava, de um costume de criança, me pegar pelas mãos e me ensinar uns caminho... era ela quem sempre vinha com umas ideias boas de destino, de escolha e de ninho. Mas, agora, livre aos trinta, invento, dos atalhos ensinados, uns tantos quantos, novos, e próprios, itinerários... E dessas rotas, muito rôtas, de família, herança e vontade... gosto mesmo é da dança das imagens... E desse amor, que em mim já se encosta.


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