A espera.


A idade que me espera... é nova, é lenta... é branda. Ela chega, como quem manda... pensar mais devagar, amar mais devagar, sonhar mais devagar... E eu, agora, sem pretexto, sou apenas um gesto... um assovio... sou apenas a espera e o cio, de quem nunca foi prosa... apenas rosa... apenas vestígio... e mais nada.