A poesia dos dias.

De azul, sabor e paisagem que são feitas as minhas saudades... num azul de sabão em pó furtado, de um céu em miragem, moldado... daquelas manhãs no cerrado. Era em tudo um sabor de pele, nesses dias... pele negra, encontro e calma... em solo: solos de viola e sóis na madrugada... sanfona, rio e farinha. Eita, que ficou foi a vontade de saber mais... ficou foi um sabor de sal e saudade... e furta-cor-paisagem. Em tela, em foto... na poesia dos dias. Olha, repara... há muita bondade nesta fala... e um azul de sabor sabor de paisagem. Seguro! Mas, o que ficou mesmo foi a saudade... um enfeite, a lembrança... em azul, sabor e paisagem... puro cinema, pura verdade... e mais nada. 

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