A brevidade de uns versinhos.

Pensando, hoje, em te dizer que, ontem, foi tudo da maior importância... pensado em ti com muito carinho... foi ficando enorme a vontade de te fazer uns versinhos... um aconchego, um cafuné, um afago. Foi ficando enorme a vontade de tudo que nunca foi, senão, vontade... de mais dias, de mais poesia e embaraço. Era eu pensando em ti... como coisa inexistente. Como resto de poesia... Ou brevidade que esfarela, no café da manhã de uma estrada estreita. Era eu pensando em ti ter uma vida inteira... e esse seu olhar inteiro, perfeito... me vendo. Bangalô três vez. Pudera... Hoje acordei pensando noutro tempo... noutra história... noutra vida. E era só eu e você neste verso... eu e você. E mais nada. 

Comentários