Cine-Kalunga.

quando vi aquele bocado de nuvens de algodão pastando um destino, percebi que é a vida que segue... é o vento que segue, são as horas que seguem... são pequenos pedaços de vida que seguem feito o sangue que segue em minhas veias. quando vi tanta estrada e tanta vida, pensei... não viajar a esmo é coisa de quem não ama... são imbróglios imagéticos matinais de quem não conhece o mundo, e anda sem companhia. Nunca que eu não quis não ser feliz... tanto tanto que nunca não voltei pra`quela gente de cimento e de borracha. Gosto mesmo é de gente de rio... de caminhar firme, rente e contínuo. Saudade da Quintina... do seu jeito e do seu sorriso... saudade de tudo aquilo... e daquela família que nos afaga... saudade e mais nada. 

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