Londres.

Se ia ficando tarde... Quando, de repente, ela foi e colocou o cinematógrafo dentro de mim. Mas, só me lembro desta imagem tão fantástica, pela fotografia guardada na estante. Depois daí, depois daquele dia, nunca mais eu consegui chorar de verdade. E nunca, nunca mais de toda a vida me foi dado esquecer qualquer saudade registrada na imagem de quem narra o próprio amor. Tudo depois daquele dia de abril. Em Londres. Em trânsito.