Ruínas.

Vidas entre o tempo e a memória. Quantas lembranças, quantos amores... Quantos sabores guarda em mim, esta ruína? Quantas sinas? Peripécias... Concretudes? Alguma estrada? Quantas delas? Quantas vidas? ...? Quantas vidas guarda esta casa aos pedaços? Quantas vidas e quantas traças? Quantos anos? Muitos? Quantas horas... Cem mil luas... ? Uns desejos? Quantos beijos... Quantos ensejos...! Quantos anseios enterraram nesta casa? Nesta relíquia... quinquilharia? Quantos dias, Oyá, quantos...?