Desenhos de uma parede urbana.

A poeta. A palavra lavra.
Desata, despeja. De(s)(a)tino...
Lavrando estória. 
Semeando a terra. Arteira.

E em cada palmo de chão,
De um coração aos pedaços...
Ela rabisca mil traços. Debocha.
Faz colheita. E discórdia. Faz besteiras.

A poeta, que (n)a rua escuta,
E que mareja em festa...
Deseja tudo o que é de mais sagrado.
E peleja... Cem vezes. De novo. Sem versos.

Desperdicios. Poesia escrita... Amor imenso.

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