Município de Querência.



Foi no Vão daquele pretume todo, daquela discrepância toda... de sentidos... de memórias... todas... que eu me descobri Americana... de casaca, de ressaca e rapadura. Africana! De peixe seco e milharal na salvaguarda... ou pão de ló com café benzido na manga. Nem sei... nem sei de nada, daquilo tudo que me aconteceu em um dia de chuva e de Lua cheia.. dia de noite branda... e tempestades! Todas internas. Carências severas... Ai, que saudades de Aruanda... de quando nada em mim era pesar e pudor... só querência, candura e palavras... só ausência... e virtudes insanas. Branduras de quem dorme com medo. Oh, dó... que saudade de Aruanda... feita em divergências... em negligências... muitas delas... e mais nada. 

Postagens mais visitadas