Poema da Tarde.

O poema da Tarde era assim...
era grande.
E tinha vontade! Muita.
Tinha vontade de poder ser. Luta.

O poema veio inteiro,
veio farto.
Feito raio, feito apelo...

Numa tarde de chuva,
na kasa da Moza.

Poema sem mágoa,
só palavra assentada,
feito espirro ou vento,
que escapuliu num assento.
Quando eu nem esperava.

Aquele poema da Tarde,
aquela conversa de vida.
de encontro, libertação, fortalecimento, cinema (sempre)
e estrada. Foi lindo.

Eita poema ligeiro,
eita poema abafado,
cansado.

... é que eu queria que ele fosse era cantado. O Poema.

Mas, não. Não foi e eu nunca fui só.

Foi a Tarde...
Foi a Tarde quem me deu o poema,
neste sábado. E era assim... só vontade.
Vontade muita. Vontade tua, de poder de luta.
Luta! E mais nada.

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