Ensaio sobre a espera.


 

Nesse espaço de inverno em que se olha o tempo...
é tanto que se ora, tanto que se pensa,
que nem a vida alcança a gente,
ampara a gente nessa demora...

Nesse espaço de espera,
haja tempo e haja hora,
haja chapéu e paciência pra demora.

Eu, que não espero... 
e nem invento, 
olho a vida noutros outros olhos,
noutro tempo.

O tempo é esteio pras horas,
e é por isso que caminhar a vida...
demora e enrola a passagem das horas.

Eu faço gosto como quem navega a estrada!

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