Cinema.




o cinema escorre em minha vida uma cena de parida...de mulher que toca a vida. de gente que sonha e ama. feito beijo de faísca, feito lâmpada que pisca. feito invento, assobio. o colírio pros teus olhos tão vazios. é que eu ando pela esquina e nunca vejo tua tela. nunca vejo uma janela que escorra nessa hora. vou-me embora pro cinema, porque ele é minha vela, minha bossa. nunca cansa de contar versos, história. todas elas, todas nuas. que, de longe, cochicham, cochilam e fazem troça. eu sou cinema na resposta...que toca em mim, e assim, inventa a festa que mais gosta...bosta.

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