Naquele dia...


nesse dia ela acordou quase triste, quase ausente. sabia que ia ser de repente a ventania. e o vendaval. e, como tinha que ser afinal, acordou, ruminou, empalideceu. é que choveu naquele dia de meu deus. e ninguém falou nada, ninguém nem reclamou. desperdício. naquele dia ela sabia que tudo seria sempre em matéria de repetição... tipo o cuidado de um vício que nunca seca. que não faz mal. e, quer saber? pensou aquela menina... faz mal não. pensou ela. dizendo para dentro de si. que agora era assim, escolhia ela. e, como caindo, pensou ela. faz mal não que eu cresça e sofra e chore e crie e corra. é que dessa vez eu estou aqui para aprender o que é viver só. pensou ela.

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