Por o sol na mala.



Nas poeiras dessa estrada, passa boi, passa boiada...
só não passa o meu amor...
não passa o tempo, não passa nada.

Que amor é esse, então, que não vem faz vento,
que já faz é horas...

é que na poeira de uma estrada, qualquer estrada,
vê-se em mim só madrugada... sempre aguada madrugada...

Mas, se é tão triste morrer de amor, pois causa dor...
quero mesmo é nascer dos dias,
quero é muita poesia...

...pra viver de amor, e nunca morrer...nem de alegria.




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