Canção do eterno exílio.

entre certa porta ou outra, e mesmo numa estrada, qual que seja dessa casa...desse lar não sei de nada. e ainda assim, cê acredita em mim? é que caí num abismo de um céu profundo, e me afundei na vida mansa de pensar em dança, audiovisual e uns esquemas, de muitas tralhas por aí... saí como um tipinho que esconde até ferida, ou coisa parecida de um punhado desse mel. e pra dizer que andou sorrindo, sei que aquele quem me escuta, ficou feliz da conta, resenhando meus versinhos, pensando em poesia. e se eu fosse muito afoita, fazia votos no que nele mais descansa... eu faço votos de quem sonha um sonho (i)regular e displicente, que, de repente, topa com essa bendita insônia que, querendo ou não da vida, manda no meu nariz de um tipo meretriz...a insônia nunca fala do exílio que é viver em mim toda saudade, e cada fantasma de umas fotos invertidas que encontrei nesse baú. hoje sonhei que acabava o mundo e não salvei ninguém. nem meu amor. nem fogueira. nem Beatriz. não salvei ninguém e afoguei em mágoas.
http://www.filmesdecinema.com.br/filme-exilios-1932/

Postagens mais visitadas