dia quente...


um dia escaldante como aquele, como aqueles dias sem rotina e sem desejo. pena do corredor pra quem segue sem um pingo de beijo, ou sem outro azulejo, pra melhorar qualquer céu. aquela moça, tadinha, já nem sabia mais nada, além do sonho esquisito, da saudade maldita e do olhar mais bonito de um almejado barão. menina sem sorte era aquela, mas seguia pela favela, carregando uma beleza que só se via lá em Bangu...  


Postagens mais visitadas