no fim do dia...poesia.

Sobre a morte, em seu instante passageiro, faço votos que ela seja por inteiro, e que me invada feito um corte, um vento forte... porque morrer pela metade é de tal temeridade... como o tempo, a estrada ou a vontade de bem-te-vi te querer, só pra mim, um gostar assim, só de mim pra você... e mais nada. nem almoço de domingo, ou viajar nos feriados... o projeto de uma casa, algumas imagens, flores, estrada... nada. é preciso mesmo morrer em tudo, pra nascer em prosa e caminhar em poesia, como a gente gostaria... algum dia... só a gente, e mais nada.


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