Receita de casamento numa era pós-moderna.

Comece com ele limpando o banheiro num dia de domingo... ou as janelas da sala, pra ver se sabe arrumar a casa e cuidar de alguns detalhes... vê se ele arruma a cama e se faz boa comida... tudo isso faz sentido pra ver se o cabra é bom partido.

Assuntado o ocorrido, indique a gaveta mais vaga, e fale da tampa da privada... que não pode ficar levantada.

E de tudo, de agora em diante, fica uma chave restante de posse do meliante, que já possui o passe de entrada... e a fantasia herdada, de mãe pra filha e enteada, está de pé, consumada!!

Mas, não procede bem ao matrimônio bisbilhotar celular, recadinhos e caixa de email... vai que olhando de lado, cê descobre que o Safado gosta de outra, de você e de mais um bocado... mulheres  que, como a sinha, sonham assar no jantar, ou pro fim do ano quem sabe, a mesma receita, renovada e perfeita... de um casamento inventado, arranjado e do babado, pra essa nossa era sem pecado.

Sendo assim... trato feito e tudo caminha direito... até o próximo defeito ou pagamento, vencimento do gás, da luz, telefone, e geladeira... já que depois de casar, toda sinha quer ganhar, qualquer uma ou uma dessas, novinha e enfeitada, pronta pra estrear o almoço de família, que já vai começar...

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