Revelação cruzada.


no caminhar daquela hora, era uma moça quem vinha... que trazia em segredo um pedaço de emprego, um apego inocente, sem pena de gente, que come fiado... a moça, que já nem sabia em que esquina, em qual trajeto estava o certo, o encontro certo, o amor certo, qualquer besteira à toa, se fazia de menina e boba. sabia que, as vezes, o que se espera é um tipo de argumento pra cada escadaria... pra cada desespero... esperto de quem fica, sozinho, pra esconder-se da culpa, sem culpa de nada na vida. 

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