A vaca.


Eu, como vaca, sou uma viagem constante...
inconstante nas coisas da vida, nas escolhas, nos desejos e nas horas.
É que eu nunca chego adiantada, nunca fui padrão de nada, 
estou sempre atrasada...

Eu, como vaca, sou uma retina enferrujada...
e nesse dia de julho, nesse final de domingo, 
ventei pra longe, fugi dos compromissos da tarde, 
me perdi nas paisagens...

E nunca mais fui vista.
Nunca mais fui quista.
Sumi... de agora em diante.
(21/07/2013)

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