Da graça da vida.

 

Ontem escrevi que estava sem graça... e por algum tempo eu não soube de nada. Hoje, querendo ser qualquer outra coisa, sou sozinha. Caminhando com a saudade, na pura doutoração de uma sociologia da imagem. Mas, a cabeça - fincada na autorrepresentação da cultura africana - não para de pensar nas boas coisas, nas coisas das letras, e no carinho da vida. Afago... Gosto do seu aperto no meu traço. E vou ficar cantando essa bossa... enquanto escrevo o meu projeto ou faço prosa. A graça me amanheceu o dia... e é isso que me basta, nesta hora da vida... poesia. E mais nada. 






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