Feira VII.

papo de telefone num domingo, depois da feira: - olha, meu Desejo, os seus poemas são muito entre-cortados... por minúsculas reticências... que parecem dizer mais do que dizem, mais do que querem... esconder mais do que escondem, enfim. Silenciosos. Gosto muito do silêncio, da parada e da quietude. E isto é um pouco o oposto da viagem, do sonho, do suposto, suponho. Podemos nos encontrar para trocarmos livros, dias, suspiros, Coração. Podemos tudo... Mas, honestamente, vou querer mais, minha Vida... vou querer te rever, ver e experimentar. Acho até que você deveria fazer um poema sobre suas viagens e experiências, meu Carinho. Um documentário-poético, subjetivo e nublado... com as suas reflexões sobre os vazios, meu Amorzinho... coisas de Deus. Eu iria assistir, tudim, meu Desejo... Para mim você é uma menina muito especial.

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