Das mentiras que eu conto...

"A poesia que eu faço é um exagero da alma, sem medida, sem pudor... essa poesia é lamento e vertigem... Inventices. É um grito, um choro, uma náusea... A poesia escorre em mim feito mandinga... e toma conta de mim, me acompanha... reinventando as coisas, exagerando as coisas, extrapolando mesmo... Mas, nada do que eu escrevo é verdade. Só invenção da alma, só desassossego da alma... pura ânsia. Pura... E mais nada."   

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