Das mentiras que me contam...

Essa vela eu acendi por saudade... e com ela rezei pedindo sossego, pedindo um caminho... Com ela fiz uma prece... pelas verdades do mundo, pelos pesares da alma... pela culpa, pelos erros, pelas dores... por tudo. Uma prece pelas (in)verdades malditas, pelas estórias inventadas e por quem se esconde na vida... inventando estórias... A vela foi, aos poucos, queimando minha saudade, amenizando as vontades e se apagando... aos poucos, sozinha... como a própria vida. Como o tempo... sem volta. E mais nada.

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