Imbróglio.

Imbróglio de uma manhã arranhada. Garganta arranhada. Caminhar arranhado. Descaminho. Desanimo. E não caio. Escolho os sentidos do tempo. E não caio. Escolho os atalhos do tempo. E não caio. Enfim... poesia. Misturada nuns imbróglios matinais interessantes. Incessantes. Todo dia, e em cada infinito do dia, existe um azul do céu mais bonito... Mesmo de garganta arranhada. Mesmo de caminhar arranhado. E massacrada de saudades... inúmeras delas, todas elas. Misturadas, amarradas a milhares de ausências. Muitas delas... e uns respingos de angústia... da espera... muitas delas. E mais nada.

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